sexta-feira, 24 de abril de 2015

David Wilcock - "100 esferas do tamanho de Júpiter e Netuno entraram no sistema solar nos últimos 2 anos"

David Wilcock - "100 esferas do tamanho de Júpiter e Netuno entraram no sistema solar nos últimos 2 anos"



Cem ( 100 ) esferas do tamanho de Netuno ou Júpiter entraram em nosso sistema solar nos últimos 2-3 anos. Muitas outras do tamanho de nossa Lua entraram entre 1999 e 2001. David Wilcock

A parte negativa do Pentágono e o grupo cabal ficaram enormemente animados e encorajados com esta noticia, achando que era o retorno de seus deuses sumerianos Anunnakis. No entanto as esferas se colocaram em / e permaneceram invisíveis e não responderam a qualquer forma de comunicação do grupo cabal (iluminattis).


O grupo cabal utilizou então um armamento extremamente avançado tecnologicamente para atacar uma das esferas, uma das do tamanho da Lua. A esfera acendeu, inflamou, tornando-se um ponto vermelho no espaço (significantemente menor do que a Lua obviamente por estar muito mais longe) e redirecionou o raio de volta a base do grupo cabal de onde este “raio” partiu, matando dezenas de membros das equipes operacionais dessa base.


Desde aquele momento foi determinado pelos Seres destas esferas proibição para qualquer tipo de vôo em volta da Terra e uma quarentena no Sistema Solar. Ninguém sai. Ninguém entra. Incluindo comunicações. Isto incluiria os grupos ETs positivos – as Confederações e Federações e etc. – sendo assim, seriam então um novo grupo extremamente avançado.


O grupo que apareceu das esferas foi chamado de “BLUE AVIAN” [Aves Azuis, em tradução literal]. Os seres destas esferas (Sphere Beings) como o grupo todo foi chamado – são na verdade, até onde sabemos quatro grupos. Até agora 2 grupos foram apresentados, este o primeiro.


Por mais tolo que isso possa parecer, eles medem quase 3m de altura são humanoides com características das aves, derivados das aves, com a cabeça de pássaro e brilhantes penas azul-índigo. Eles têm as mãos e os pés de aparência normal. A cabeça é uma sinergia entre aves e humanos. Existem outros tipos de aves em outros sistemas solares também. Não é comum, mas ocorre.

The Hopis have an engaging legend about being rescued by “bird people.” Then you have the very clear Egyptian paintings. Then you have the “Tengu,” or bird-men that were seen in Japan.


Os índios Hopis possuem lendas sobre o “Povo Pássaro” que vieram ajudá-los. Temos claramente as pinturas egípcias retratando o Deus do Sol RA (cabeça de ave). Temos o “TENGU”, os homens-pássaros que fazem parte das lendas míticas japonesas.


[ Entre os ETs temos – entre inúmeros outros grupos – os fisicamente parecidos com humanos – o tipo mais comum em nossa galáxia – os fisicamente parecidos com insetos, os insectoides, com mamíferos propriamente ditos, com aves, do mar, etc. Teríamos também as variações e misturas.]

O informante (GoodETxSG) participou da reunião, depois soube que a sua presença foi solicitada pelos Aves Azuis. GoodETxSG foi informado que eles – os Azuis – não fizeram NENHUM tipo de contato com o grupo cabal.


Outras fontes que tenho, afirmaram que os Blue Avians estão se aproximando do centro do sistema solar e isso está gerando pânico e grande preocupação por parte dos illuminatis/cabala escura. Eu não faço ideia se poderemos ter a chance de ver fisicamente esses seres (Blue Avians). Esse grupo age completamente nos bastidores, isso é uma grande aprendizagem para todos nós no sentido de entender a complexa e gigantesca variedades de seres e raças que existem no cosmo.


De acordo com GoodETxSG, os Blue Avians afirmaram que tais esferas NÃO SÃO suas naves, pois eles não precisam mais de “naves” para se deslocar no cosmo. Os Blue Avians explicaram que o motivo da entrada dessas gigantescas esferas no sistema solar foi para proteger/aliviar a nossa estrela (Sol) do “tsunami” de tempestades de energias altamente carregadas e vibracionais vindos do centro da galáxia. Sem essa proteção o nosso Sol iria desestabilizar gerando gigantescas e poderosas tempestades magnéticas causando grandes cataclismas na Terra.


Afirmaram para a necessidade da população começar a ter uma DIETAhttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png de frequência vibratória maior (muitas frutas, verduras e legumes).


Os Azuis solicitaram que GoodETxSG trouxesse toda a informação a público, também disseram que um dos 5 principais grupos do PES – Programa Espacial Secreto, grupo este denominado Solar Warden aliou-se a eles e que estariam trabalhando para a libertação do planeta. Também afirmaram que muitos dentro do grupo cabal estão desertando para a Aliança e que o grupo cabal estaria buscando a violência como desespero e isto não seria tolerado.


O objetivo dos Azuis na Terra seria – segundo eles próprios – garantir que os ciclos de guerra, fome, dor e medo não continuem; querem – segundo eles próprios – que a nossa sociedade se transforme numa sociedade de paz e amor. E que esta transição seja a mais suave possível.


Eles, os Azuis, afirmaram em um determinado momento que não são salvadores, estão aqui somente para ajudar e que teríamos que fazer o ‘trabalho’ nós mesmos.


Os Azuis parecem ser como escreveu David Wilcock, como os RA que apresentaram o “The Law of One”. 


Wilcock disse: “A coisa mais estranha sobre os Azuis é que não necessitam de nenhuma tecnologia, simplesmente aparecem do nada. Sabíamos que Ra era um dos grupos gerenciando a transformação da Terra, mas nunca imaginamos que apareceriam assim”.


O Material de RA / The Ra Material (conhecido também como The Law of One / A Lei do Uno em edições subsequentes) é uma coleção de uma série de transcrições de mais de 100 sessões de autoria de uma entidade inteligente chamada Ra, que se autoproclamam um grupo de almas individuais em um nível maior de evolução espiritual, canalizados por Carla L. Rueckert (McCarty) no inicio de 1980. Apresentam comentários de descrições do dialogo entre Don Elkins and Ra, e foram publicados entre 982 e 1998 pela Schiffer Books. Os editores atribuem a autoria dos textos a Don Elkins, Jim McCarty, and Carla L. Rueckert. O material alega também que Ra é um ser de origem extra-terrestre e que Ra uma vez visitou o antigo Egito e ajudou na construção das pirâmides.    
 

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Ssapyará (Rinaldo)

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Os 7 elementos do universo

Os 7 elementos do universo

Os 7 elementos do universo

Zilhões de partículas se movendo freneticamente dão forma a tudo o que vemos nesse mundo. Essas partículas, estudadas pela física quântica e que vão muito além do átomo uma vez pensado para ser indivisível, são tão pequenas que desafiam nossa compreensão. Nesse artigo, vamos explicar os constituintes básicos do universo – e o que realmente pode ser chamado de fundamental.
1. Neutrino
A cada segundo, cerca de centenas de bilhões de partículas praticamente sem massa atravessam seu corpo quase na velocidade da luz. O efeito disso tudo? Praticamente nulo. Acontece que essas partículas fantasmagóricas chamadas neutrinos quase não interagem com a matéria comum. Também são partículas neutras (sem carga elétrica).
Neutrinos surgem no núcleo do átomo, quando um próton se transforma em um nêutron ou vice-versa. Isso acontece a todo instante nos átomos de hidrogênio de estrelas como o Sol, e dentro de cada de um nós.
2. Elétron
O elétron, diferentemente do “nômade” neutrino, tem seu “habitat natural”: é a periferia do átomo, também conhecida como eletrosfera. Acontece que o átomo é 99,99% de espaço vazio. Se aumentarmos o tamanho do núcleo de um átomo para o tamanho da cabeça de um alfinete, todo o átomo teria aproximadamente o tamanho de um grande estádio de futebol.
Essas partículas, descobertas em 1897, possuem massa desprezível, mas não podemos dizer o mesmo de sua utilidade. Quando se chocam contra a tela da TV, criam uma imagem; quando movem-se no filamento da lâmpada, a mantém acesa; quando se espremem contra o fundo do ferro de passar, produzem calor; e transformam em dados as batidas do seu teclado.
3. Quarks
Quarks são as partículas que formam os prótons e nêutrons (as superpartículas que formam o núcleo do átomo). Cada próton e nêutron é formado por 3 quarks. Na verdade, os quarks são como amigos inseparáveis – só andam em grupos de 3 (ninguém nunca viu um quark solitário em laboratório) e possuem uma “carga elétrica” chamada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde. Dentro desse grupo, eles trocam de carga (cor) todo instante em um desfile frenético dentro do átomo. Os quarks são mantidos nesses grupos por uma força incrível, que os puxa de volta sempre que eles tentam se separar. É a chamada força nuclear forte, que também é formada por uma partícula: o glúon.
Obs: Os prótons possuem carga elétrica positiva, e os elétrons negativa. Os nêutrons são desprovidos de carga elétrica, pois não apresentam efeitos elétricos.
4. Glúon
Glúons ficam circulando de um quark a outro dentro do grupo e são responsáveis pela troca de carga. Funcionam como uma mola – deixa os quarks livres quando estão próximos, mas os puxa violentamente quando se afastam.
A força nuclear forte, formada pelos glúons, é a mais forte do universo – muito, mas muito mais forte do que a gravidade que nos mantém presos ao chão. Essa força é responsável por manter o átomo (e, por consequência, tudo o que existe no universo) coeso. Apesar de muito forte, não é uma força infalível – a mola pode arrebentar. Quando isso acontece, temos a fissão nuclear (um átomo é dividido em dois), ou o decaimento radioativo (quando os pedaços do núcleo atômico se soltam e se espalham). Toda essa desordem, popularmente conhecida como radioatividade, é formada por partículas bagunceiras, as destruidoras dos átomos. São os pouco conhecidos bósons da força fraca.
5. Bósons da força fraca
São partículas grandes e pesadas, e “inimigas” dos quarks, elétrons e neutrinos. São formadas por 3 elementos: os bósons W-, W+ e Z – todos mais de 86 vezes mais pesados que um próton. Eles podem até mesmo expulsar partículas de dentro dos átomos mais pesados (quando isso acontece, temos a radiação). Felizmente, essa força é menos intensa que a nuclear forte (cerca de 100 mil vezes mais fraca). Por isso foi chamada de “força nuclear fraca” (ainda assim, é mais forte que a gravidade).
6. Fóton
Também chamados de partículas de luz, os fótons formam a luz visível. Além disso, essas partículas sem massa carregam a força eletromagnética, a segunda mais forte do universo (apenas 100 vezes mais fraca que a força nuclear forte e bilhões de vezes mais intensa que a gravidade).
Se você já leu o artigo “Você sabia que é fisicamente impossível encostar em algo ou alguém?“, sabe que o toque em algo ou alguém não é nada mais do que a repulsão eletromagnética entre sua mão (ou qualquer parte do corpo) ao outro objeto (ou pessoa). Então, da próxima vez que fizer sexo, lembre-se que tudo o que está acontecendo é na verdade uma troca de fótons.
Enfim, a força eletromagnética é também responsável por manter os elétrons em torno do núcleo do átomo. Ela é também responsável por gerir as ligações químicas dos átomos e moléculas.
7. Gráviton
Já falamos sobre 3 forças fundamentais da natureza (o eletromagnetismo, a força nuclear forte e a força nuclear fraca). Ainda falta a última – a gravidade. Força tão bem explicada pela relatividade de Einstein é a pedra no sapato dos físicos quânticos. Acontece que, para a mecânica quântica, todas as forças são feitas por alguma partícula de energia. Físicos até teorizaram a partícula responsável pela gravidade – o gráviton -, mas ele nunca foi descoberto. Continua sendo a peça faltando no Modelo Padrão, que explica tudo o que já abordamos aqui e mais um pouco.
Há quem diga que para completar esse quebra-cabeça (e, de quebra, conciliar a física quântica com a relatividade de Einstein, duas teorias incompatíveis), é preciso ir além e entrar em um mundo ainda mais misterioso e estranho que o quântico – o das supercordas, que são entidades teóricas ainda mais fundamentais que tudo o que vimos aqui e que dizem que estamos vivendo em um universo com 11 dimensões. Seja como for, é um assunto para outro dia. [PBSUniverseTodayHyperPhysicsWiseGeekPhysicsio9]


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Ssapyará (Rinaldo)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Matéria não existe, tudo é energia


Matéria não existe, tudo é energia universo naturalO título deste artigo diz uma obviedade para quem entendeu minimamente a teoria da relatividade de Einstein pela qual se afirma ser matéria e energia equivalentes. Matéria é energia altamente condensada que pode ser liberada como o mostrou, lamentavelmente, a bomba atômica. O caminho da ciência percorreu, mais ou menos, o seguinte percurso: da matéria chegou ao átomo, do átomo, às partículas subatômicas, das partículas subatômicas, aos “pacotes de onda” energética, dos pacotes de onda, às supercordas vibratórias, em 11 dimensões ou mais, representadas como música e cor. Assim um elétron vibra mais ou menos quinhentos trilhões de vezes por segundo. Vibração produz som e cor. O Universoseria, pois, uma sinfonia de sons e cores. Das supercordas chegou-se, por fim, à energia de fundo, ao vácuo quântico. Neste contexto, sempre lembro uma frase dita por W.Heisenberg, um dos pais da mecânica quântica, num semestre que deu na Universidade de Munique em 1968, que me foi dado seguir e que ainda me soa aos ouvidos: “O universo não é feito por coisas, mas por redes de energia vibracional, emergindo de algo ainda mais profundo e sutil”. Portanto, a matéria perdeu seu foco central em favor da energia que se organiza em campos e redes.
Que é esse ”algo mais profundo e sutil” de onde tudo emerge? Os físicos quânticos e astrofísicos chamaram de “energia de fundo” ou “vácuo quântico”, expressão inadequada porque diz o contrário do que a palavra “vazio” significa. O vácuo representa a plenitude de todas as possíveis energias e suas eventuais densificações nos seres. Dai se preferir hoje a expressão pregnant void “o vácuo prenhe” ou a “fonte originária de todo o ser”. Não é algo que possa ser representado nas categorias convencionais de espaço-tempo, pois é algo anterior a tudo o que existe anterior ao espaço-tempo e às quatro energias fundamentais, a gravitacional, a eletromagnética, a nuclear fraca e forte. Astrofísicos imaginam-no como uma espécie de vasto oceano, sem margens, ilimitado, inefável, indescritível e misterioso no qual, como num útero infinito, estão hospedadas todas as possibilidades e virtualidades de ser. De lá emergiu, sem que possamos saber porquê e como, aquele pontozinho extremamente prenhe de energia, inimaginavelmente quente que depois explodiu (big bang) dando origem ao nosso universo. Nada impede que daquela energia de fundo tenham surgido outros pontos, gestando também outras singularidades e outros universos paralelos ou em outra dimensão.
Com o surgimento do Universo, irrompeu simultaneamente o espaço-tempo. O tempo é o movimento da flutuação das energias e da expansão da matéria. O espaço não é o vazio estático dentro do qual tudo acontece, mas aquele processo continuamente aberto que permite as redes de energia e os seres se manifestarem. A estabilidade da matéria pressupõe a presença de uma poderosíssima energia subjacente que a mantém neste estado. Na verdade, nós percebemos a matéria como algo sólido porque as vibrações da energia são tão rápidas que não alcançamos percebê-las com os sentidos corporais. Mas para isso nos ajuda a física quântica, exatamente porque se ocupa das partículas e das redes de energia, que nos rasgam esta visão diferente da realidade. A energia é e está em tudo. Sem energia nada poderia subsistir. Como seres conscientes e espirituais, somos uma realização complexíssima, sutil e extremamente interativa de energia. Que é essa energia de fundo que se manifesta sob tantas formas? Não há nenhuma teoria científica que a defina. De mais a mais, precisamos da energia para definir a energia. Não há como escapar desta redundância, notada já por Max Planck.
Esta Energia talvez constitua a melhor metáfora daquilo que significa Deus, cujos nomes variam, mas que sinalizam sempre a mesma Energia subjacente. Já o Tao Te Ching (§ 4) dizia o mesmo do Tao: ”o Tao é um vazio em turbilhão, sempre em ação e inexaurível. É um abismo insondável, origem de todas as coisas e unifica o mundo”.
A singularidade do ser humano é poder entrar em contato consciente com esta Energia. Ele pode invocá-la, acolhê-la e percebê-la na forma de vida, de irradiação e de entusiasmo.


Leonardo Boff e Mark Hathaway


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Ssapyará (Rinaldo)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A Grande Ilusão do Eu: Você Não é a Pessoa Que Você Pensa Que é


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Quando você se levanta todas as manhãs, um aspecto de si mesmo se remonta: o observador da realidade habitando um corpo humano. Conforme você se move ao longo do seu dia, o mesmo acontece com o seu sentido de ter um passado, uma personalidade e motivações. Seu Eu está completo, tanto como testemunha do mundo como portador de sua consciência e identidade. Você, este senso intuitivo de si mesmo é uma experiência humana sem esforço e fundamental. Mas não é nada mais do que uma ilusão elaborada e a medida que você percebe a realidade é muito exclusivo para você e define a cada momento quem você é.

Nosso conceito de nós mesmos como indivíduos no controle de nosso destino sustenta grande parte da nossa existência, de como nós vivemos nossas vidas obedecendo a leis, regras e crenças. A maneira como tratamos os outros também depende em grande parte do pressuposto de que eles têm um senso de Eu similar ao nosso.
Por isso, é um choque ao descobrirmos que as nossas verdades profundamente arraigadas são de fato fumaça e espelhos da mais alta ordem. O que somos nós seja lá o que é que nós somos, o que fazer ?
Primeiro de tudo, mantenha em perspectiva. Muito do que nós tomamos como garantido sobre nossa vida interior a partir da percepção visual de memórias e lembranças, é pouco mais do que uma construção elaborada da mente. O Eu é apenas mais uma parte desta ilusão.
E parece nos servir bem. A esse respeito, o Eu é semelhante ao livre arbítrio, outra característica fundamental da experiência humana.
A ilusão em si mesmo é tão arraigada e tão útil que é impossível se livrar dela. Mas conhecendo um aspecto diferente da verdade longe de si mesmo irá ajudá-lo a compreender melhor a si mesmo e aqueles ao seu redor.
A identidade é muitas vezes entendida como sendo um produto da memória à medida que tentamos construir uma narrativa a partir das muitas experiências de nossas vidas. No entanto, há agora um crescente reconhecimento de que nosso senso de Eu pode ser uma consequência de nossas relações com os outros. “Temos essa unidade profunda para interagir uns com os outros que nos ajuda a descobrir quem somos”, diz o psicólogo de desenvolvimento Bruce Hood da Universidade de Bristol, Reino Unido, autor de “A Ilusão do Eu (Constable, 2012)”. E esse processo não se inicia com a formação das primeiras lembranças de uma criança, mas a partir do momento em que aprendemos primeiro a imitar o sorriso dos pais e responder com empatia aos outros.
A ideia do sentido de unidade independente que é impulsionada por nossos relacionamentos com os outros faz todo o sentido intuitivamente. “Eu não posso ter um relacionamento sem ter um Eu”, diz Michael Lewis, que estuda o desenvolvimento da criança no “Wood Johnson Medical School”, Robert em New Brunswick, New Jersey diz “Para eu interagir com você, eu tenho que saber algumas coisas sobre você, e a única maneira de eu conseguir isto é saber coisas sobre mim”.

Nosso Cérebro Cria a Nossa Própria Versão de Realidade.

A informação sensorial chega-nos em diferentes velocidades e aparece unificada como um momento. Sinais nervosos necessitam de tempo para serem transmitidos e tempo para serem processados pelo cérebro. Há eventos como uma luz piscando, ou alguém estalando os dedos, que levam menos tempo para ocorrer do que o nosso cérebro precisa para processá-los. No momento em que nos tornamos conscientes do flash ou do estalar dos dedos, o evento já é história.
A nossa experiência do mundo se assemelha a uma televisão transmitido com um atraso, a percepção consciente não é “ao vivo”. Isto por si mesmo pode não ser muito preocupante, mas da mesma forma que o lapso de tempo na TV torna possível uma censura de última hora, o nosso cérebro ao invés de nos mostrar o que aconteceu há pouco, por vezes, constrói um presente com uma realidade que nunca aconteceu.
Ao invés de extrapolar para o futuro, o nosso cérebro está interpolando eventos do passado, montando uma história do que aconteceu retrospectivamente (Science, vol 287, p 2036). A percepção do que está acontecendo no momento do flash é determinado pelo que acontece depois. Isto parece paradoxal, mas outros ensaios confirmam que o que é percebido como tendo ocorrido em um determinado momento pode ser influenciado pelo que acontece posteriormente.
Tudo isso é um pouco preocupante se mantemos a visão do senso comum de que nosso ego está colocado no presente. Se o momento em que é suposto estar habitando acaba por ser uma mera construção, o mesmo é provável que seja verdade para o Ego existente no presente.

Há Falhas em Nossas Crenças Intuitivas Sobre o Que Faz Sermos Quem Somos.

Parece haver poucas coisas mais certas para nós do que a existência do nosso ego. Podemos ser céticos sobre a existência do mundo que nos rodeia, mas como podemos estar em dúvida sobre a nossa existência ? Ela é uma dúvida impossibilitada pelo fato de que há alguém que está duvidando de alguma coisa. Quem se não é nós, que seria esse alguém ?
Enquanto parece irrefutável que devemos existir de alguma forma, as coisas ficam muito mais intrigantes, uma vez que tentamos obter uma melhor aderência em ter realmente o que equivale a um Eu.
Três crenças sobre nós mesmos são absolutamente fundamentais para a nossa crença do que somos.
Primeiro: Nós nos consideramos como imutáveis e contínuos. Isso não quer dizer que nós nos mantemos sempre os mesmos, mas que toda essa mudança não é algo que se mantém constante e que faz com que o “Eu/ego” de hoje seja mesma pessoa que era há cinco anos e que será o mesmo daqui há cinco anos no futuro.
Segundo: Vemos o nosso Eu/ego como o unificador que traz tudo isto junto. O mundo se apresenta para nós como uma cacofonia de visões, sons, cheiros, imagens mentais, lembranças e assim por diante. No Eu, tudo isto é integrados em uma imagem de um mundo único e unificado que emerge.
Terceiro: O Eu/ego é um agente. É o pensador/criador dos nossos pensamentos, o fazedor dos nossos atos. É onde a representação do mundo é unificada em um todo coerente, que é usado para que possamos agir neste mundo.
Todas essas crenças parecem ser óbvias e tão certas quanto podem ser. Mas quando olhamos mais de perto, elas se tornam cada vez menos evidentes.
Parece óbvio que nós existimos continuamente desde os nossos primeiros momentos no ventre de nossa mãe até a nossa morte. No entanto, durante o tempo em que o nosso Eu existe, ele sofre alterações substanciais nas crenças, habilidades, desejos e estados de espírito. O Eu feliz de ontem pode não ser exatamente o mesmo Eu agoniado de hoje, por exemplo. Mas nós certamente ainda somos o mesmo Eu hoje que éramos ontem.
Existe uma crença central de que o Eu é o locus de controle. No entanto, a ciência cognitiva tem demonstrado em diversos casos que a nossa mente pode conjurar a posteriori, uma intenção de uma ação que não foi provocada por nós. O nosso próprio DNA ocupa esta programação ainda que os cientistas não consigam descobrir os mecanismos exatos de como ele opera.
Então, muitas de nossas crenças fundamentais sobre nós mesmos não resistem ao escrutínio. Isso representa um enorme desafio para a nossa visão cotidiana de nós mesmos, uma vez que sugere que em um sentido muito fundamental não somos reais. Em vez disso, o nosso Eu/ego é comparável a uma ilusão, mas sem ninguém lá que experimenta a ilusão.
Ainda assim, podemos não ter a escolha de não sermos responsáveis por estas crenças erradas. Toda a nossa maneira de viver se baseia na noção de que somos pedaços de DNA que nos torna indivíduos imutáveis, coerentes e autônomos. Tudo o que temos é o momento presente e, embora o Eu/ego seja uma ilusão útil, ele também pode ser uma condição necessária para que possamos aprender mais no AGORA.

Estando no Momento Presente e DNA Sempre Jovem

Estudos científicos têm sugerido que uma mente que está no momento presente gera um bem-estar, enquanto que mudar a nossa energia para o passado ou o futuro pode levar à infelicidade. Um estudo recente da UCSF mostrou uma ligação entre estar presente e o envelhecimento, ao olhar para uma medida biológica de longevidade dentro do nosso DNA.
No estudo do comprimento dos telômeros, um biomarcador emergente para o envelhecimento celular e corporal geral, foi avaliado em associação com a tendência de estar no momento presente contra a tendência da mente vagar, a pesquisa foi feita com 239 mulheres saudáveis de meia-idade, com idade entre 50 a 65 anos.
Estar no momento presente foi definido como uma inclinação para se concentrar em tarefas atuais, enquanto a mente vagando foi definido como uma inclinação para ter pensamentos sobre outros que não no presente ou coisas que estão em outros lugares.
Muitos profissionais da saúde espiritual nos dizem para não negarmos os problemas que enfrentamos, mas para também não nos perdermos em nenhum deles. As ciências psicológicas nos mostram que estar no momento presente nos traz maior agilidade e segurança interna, o que nos permite enfrentar os desafios de forma mais objetiva e com maior calma.
De acordo com os resultados publicados on-line na revista “New Association for Psychological Science” da “Psychological Clínica Ciência“, aqueles que relataram que suas mentes vagaram mais tinham telômeros mais curtos, enquanto que aqueles que relataram ficar mais no momento presente, ou tinham um maior foco e compromisso com suas atividades atuais, tinham telômeros mais longos.
O genoma humano tem pelo menos quatro milhões de interruptores de genes que residem em partes do DNA que uma vez foram classificados como “lixo”, mas verificou-se que os chamados DNA lixodesempenham um papel crítico no controle de como as células, órgãos e outros tecidos se comportam. A descoberta, considerada um grande avanço médico e científico, tem enormes implicações para a saúde humana e a consciência, pois muitas doenças complexas parecem ser causadas por pequenas mudanças em centenas de comutadores de genes.
A meditação consciente que promove a atenção sobre o momento presente com uma atitude compassiva de aceitação, leva a melhora em alguns aspectos da saúde. Estar no momento presente, puro e sem julgamento, também significa que nós não temos nenhuma emotividade circundante em nossas observações. O nosso bem estar emocional não é colocado nos resultados das circunstâncias da nossa vida, mas sim o nosso bem-estar é colocado dentro e determinado por uma escolha que fazemos de manter a calma focada e expansiva em torno das múltiplas possibilidades das ocorrências que interagimos.
“Nós agora temos evidências de um novo tipo de cura em que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por nossa maneira de pensar, sem modificar fisicamente um único gene”.
“Ao longo de muitos milênios nossas mentes e o ser físico tornaram-se máquinas do tempo programadas para envelhecer e expirar, mas não tem que ser assim, não envelhecer pode ser tão simples como mudar o nosso estado emocional e pensar de forma diferente”. ~Professora e geneticista Karina Mika.

©Johanne Markus
Origem: preventdisease
Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

Notas de Rodapé:



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